Bahia, 22 de maio de 2024 às 08:30 - Escolha o idioma:

Cinco deputados baianos votam contra permanência da prisão de Chiquinho Brazão


- Crédito da Foto:  Sérgio Lima/Poder360 - Publicado em: 12 de abril de 2024


A votação que deliberou a permanência da prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), suspeito de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do seu motorista Anderson Gomes, em março de 2018, chamou atenção pelos votos contrário a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) avalizado por cinco deputados baianos.

Para ocupar um das cadeiras da Câmara Federal, a Bahia elegeu 39 parlamentares. Deste total, os deputados Dal Barreto (União Brasil), Elmar Nascimento (União Brasil), José Rocha (União Brasil), Capitão Alden (PL) e Paulo Azi (União Brasil) desejam que Brazão seja liberto da cadeia. Para justificar o voto contrário, os parlamentares alegam que não houve flagrante e que não há justificativa para prisão preventiva.

O líder do União Brasil na Casa, Elmar Nascimento, já se articulava para votar contra a prisão do ex-correligionário. De acordo com o colunista José Casado, da revista “Veja” online, o movimento do baiano tem vistas para a sua pré-candidatura à presidência da Câmara, que será disputada em fevereiro de 2025.

A análise da situação ainda contou com a abstenção de votos e ausência de baianos no plenário. Entre os nomes que se abstiveram, estão: Leur Lomanto Jr. (União Brasil), Arthur Maia (União Brasil), João Leão (PP) e Paulo Magalhães (PSD).

Já Adolfo Viana (PSDB), Alex Santana (Republicanos), Jonga Bacelar (PL), Neto Carletto (PP), Roberta Roma (PL) e Waldenor Pereira (PT) optaram por não marcar presença no plenário na noite de quarta-feira, 10.

Ao todo, 277 deputados votos a favor da manutenção da prisão e 129 votos contrários. Outros 28 deputados federais se abstiveram de um posicionamento no plenário.

Por Bahia.Ba